Outono

E as saudades que eu tinha do Outono? Do cheiro a castanhas assadas e batata doce. Dos casacos quentinhos. De beber chás quentinhos com mel, de ver filmes aconchegada em ti numa manta 🙂

Tired…

Ando assim a modos que desaparecida…não é por nada em especial…ando simplesmente cansadita.

Prometo que isto vai melhorar. 🙂

A Faneca assina por baixo!!

Acabei de receber no meu e-mail e não posso deixar de partilhar esta visão tão acertada, do meu ponto de vista, sobre a chamada ‘Geração à Rasca’!

Enjoy 🙂 :

“A GERAÇÃO ENRASCADA

O grande homem é aquele que não perdeu a candura da sua infância…

Pertenço a uma geração que teve de se desenrascar.

 Nasci ao som do rufar dos tambores da 2ª Guerra Mundial. Os clarins e as sirenes faziam o toque de à rasca, anunciando mais um bombardeamento.

A Santa da minha Mãe, pariu-me de cócoras. Quando se sentiu à rasca, muniu-se da tesoura e do baraço e fez tudo sozinha.

Chegou por casualidade uma vizinha e ajudou aos últimos preparativos, talvez um caldo de galinha velha, que era o prémio de qualquer parturiente.

Hoje, as que se rotulam de à rasca têm seis meses de licença de parto.

Essa vizinha, que durou cento e tal anos, passou a vida a contar-me isto, vezes sem conta. Aos miúdos, faziam uns calções com uma abertura na retaguarda, e, quando estivessem à rasca, baixavam-se, o calção abria e fazia-se em escape livre e, andava sempre arejado.

Aos dezoito anos, ainda o comboio passava em Mirandela e tive o azar de fazer cargas e descargas dos vagões para os camiões. Os adubos vinham em sacos de 100 kg, as pernas tremiam mas tinha que me desenrascar. Os mais velhos sabem do que falo, o trabalho era duro incluindo as cegadas, mas…. fazia-se tudo a cantar.

A mesma geração, fez as três frentes da guerra colonial, morreram nove mil e quinze mil ficaram mutilados e a cair aos bocados, chamam-lhes Heróis, mas dizem desenrasquem-se.

O 25 de Abril foi feito por essa mesma geração, bons líderes, povo unido e desenrascaram-se muito bem.

Por fim, a debandada da emigração para toda a Europa, atravessando montes e vales íamos chegando a todo o lado. Vivíamos em contentores e barracas, o tacho onde se lavavam as batatas era o mesmo para se lavar o nariz, mas não nos desenrascamos nada mal.

Depois veio a geração rasca. Drogas, rendimentos mínimos e vergonha de trabalhar.

Agora, dizem ser a geração à rasca, querem ser todos Doutores, arrastam-se anos à volta dos cursos, os parques universitários estão cheios de carros de luxo, ficam por casa dos Pais até aos trintas e “quem aos vinte não é, aos trinta não tem, aos quarenta já não é ninguém”.

São uns enrascadinhos, não querem assumir a responsabilidade de uma família, vagueiam de noite, dormem de manhã e a Mãe chama-os para almoçar. O Pai vai recheando a conta, porque um Pai é um banco proporcionado pela natureza.

Eu não quero medir tudo pela mesma rasa e acredito muito na juventude, aconselho-os a que se caírem sete vezes se levantem oito, porque o Governo está à rasca, a oposição está enrascada e a juventude não se desenrasca.

Os que cantam, Homens da Luta, é uma luta sem comandantes e o povo

vencido jamais será unido.

Façam pela vida… E, não estejam à espera que o mar arda, para comer peixe grelhado!…”

(autor desconhecido)

A Faneca come iogurtes com moscatel ao Pequeno Almoço :D

A pedido de várias familias, venho aqui partilhar a receita fabulosa de iogurtes caseiros com moscatel 😀

Não fiquem assustados, porque a parte do moscatel é minima e não interfere em nada no nosso dia a dia…

(A receita original é daqui e é com vinho do Porto, mas como não tinha substitui por moscatel e ficou óptimo)

O que precisam:

– 3 bananas

– 2 colheres sopa açúcar amarelo

– 1/2 cálice moscatel

– 900ml leite

– 2 colheres sopa leite em pó

– 4 colheres sopa açúcar

– 1 iogurte natural

– 1 pau de canela

Preparação:

Corte as bananas em rodelas e leve ao lume com o moscatel, o açúcar amarelo, deixe ferver um pouco.

Retire do lume e triture com a varinha mágica. Coloque no fundo dos copos de iogurte.

Num fervedor coloque o leite e o pau de canela, deixe ferver. Retire do lume e espere que chegue aos 40º. Numa taça junte o leite em pó o açúcar e o iogurte, misture até conseguir uma papa homogénea.

Quando o leite chegar aos 40º, adicione a papa do iogurte, e misture muito bem. Coloque dentro dos potes com cuidado para não misturar com o doce da banana e leve os potes à iogurteira durante 10 a 12 horas. Coloque-os no frigorifico durante 4 horas antes de consumir.

Espero que gostem desta sugestão 🙂